“Agora você pode ser preso.” Foi com essa brincadeira, da qual todo mundo faz quando alguém se torna maior de idade, que recebi os parabéns pelo meus dezoito anos. E tal frase ficou na minha cabeça.
Não que exista a possibilidade de eu vir a ser preso, ou que eu sou uma pessoa com o risco real de isso acontecer( é lógico que o leitor não pensou isso de mim, pensou?). Como todos sabem, me apegar a uma questão banal e transformá-la em um debate é próprio do meu ser(e eu adoro). Não foi pelo fato em si de ser preso, mas sim por um significado bem mais amplo e que pode representar bem os dezoito anos.
Você se deita com dezessete anos, confortavelmente, sabendo que não responde por seus atos e seu nome está ligado diretamente a de seus pais, quando no outro dia, mais que de repente, você se torna maior de idade e vê que de fato tem um nome. É algo complicado de entender; não que não saiba que tem um nome antes, mas agora responde realmente por ele( “Guilherme?” Presente!). Estes são os dezoito anos tão novos, mas que já se parecem tão velhos logo de manhã.
Essa idade é sempre associada a liberdade, ao fato de você começar a ter acesso a coisas que até então, menor de idade, era proibido de ter. Sinceramente, acho precipitado falar em liberdade, já que ao mesmo tempo que pode-se fazer o que quiser, não tem alguém para responder pelos atos por você .
Vou além ao dizer que o numero dezoito representa mais a solidão. Entregam de repente a vida em suas mãos, e faz com que se veja sozinho em uma estrada da qual só você e sua sombra seguem a diante (e muitas vezes nem ela, dependendo da claridade ou do problema). Não que não terá o apoio de ninguém, não é isso que esse autor quer dizer, de fato, você sempre terá alguém, principalmente se esse alguem for sua família, mas agora ela nada mais pode fazer do que te aconselhar e torcer para que tudo dê certo.
Descobre-se nessa fase que o proibido é mais gostoso, principalmente ao reparar que os atos que antes se fazia quando era menor de idade e que eram proibidos e algo maravilhoso, agora perdem a graça. E o proibido de agora, é muito pior para ser experimentado e desacatar a conclusão da qual já se chegou.
E foi com toda essa ladainha de pensamento que faz esse texto quase uma lição de moral (que até esse autor ta achando chato, mas era um desabafo necessário), que recebo o chute no traseiro para acordar e entender que a vida agora é minha e que estou sozinho ( e para não dizerem que sou pessimista) mas esperançoso pelo leque de opções que me surgem.
Aproposito, posso ser preso.
Não que exista a possibilidade de eu vir a ser preso, ou que eu sou uma pessoa com o risco real de isso acontecer( é lógico que o leitor não pensou isso de mim, pensou?). Como todos sabem, me apegar a uma questão banal e transformá-la em um debate é próprio do meu ser(e eu adoro). Não foi pelo fato em si de ser preso, mas sim por um significado bem mais amplo e que pode representar bem os dezoito anos.
Você se deita com dezessete anos, confortavelmente, sabendo que não responde por seus atos e seu nome está ligado diretamente a de seus pais, quando no outro dia, mais que de repente, você se torna maior de idade e vê que de fato tem um nome. É algo complicado de entender; não que não saiba que tem um nome antes, mas agora responde realmente por ele( “Guilherme?” Presente!). Estes são os dezoito anos tão novos, mas que já se parecem tão velhos logo de manhã.
Essa idade é sempre associada a liberdade, ao fato de você começar a ter acesso a coisas que até então, menor de idade, era proibido de ter. Sinceramente, acho precipitado falar em liberdade, já que ao mesmo tempo que pode-se fazer o que quiser, não tem alguém para responder pelos atos por você .
Vou além ao dizer que o numero dezoito representa mais a solidão. Entregam de repente a vida em suas mãos, e faz com que se veja sozinho em uma estrada da qual só você e sua sombra seguem a diante (e muitas vezes nem ela, dependendo da claridade ou do problema). Não que não terá o apoio de ninguém, não é isso que esse autor quer dizer, de fato, você sempre terá alguém, principalmente se esse alguem for sua família, mas agora ela nada mais pode fazer do que te aconselhar e torcer para que tudo dê certo.
Descobre-se nessa fase que o proibido é mais gostoso, principalmente ao reparar que os atos que antes se fazia quando era menor de idade e que eram proibidos e algo maravilhoso, agora perdem a graça. E o proibido de agora, é muito pior para ser experimentado e desacatar a conclusão da qual já se chegou.
E foi com toda essa ladainha de pensamento que faz esse texto quase uma lição de moral (que até esse autor ta achando chato, mas era um desabafo necessário), que recebo o chute no traseiro para acordar e entender que a vida agora é minha e que estou sozinho ( e para não dizerem que sou pessimista) mas esperançoso pelo leque de opções que me surgem.
Aproposito, posso ser preso.
¹(Felicidade é o bem de consumo mais exposto a venda, e os publicitários sabem bem disso.) ²(Se dependesse da teoria, o brasil não teria acidentes de carro…e usem sempre o cinto de segurança, não que ele ajude pra algo, é que a multa é cara :x) ³(Eu sei que tá uma merda o texto, prometo escrever melhores, mas é que escrever é uma necessidade quase fisiologica, eu precisava :~) *(Ah sim, dezoito anos não é tão ruim, eu só tava sendo dramático e fazendo algo que nunca faço, pensando…haha, me zuei, que péssimo, deve ser o natal.) **(Esperança, Unesp 2009? maybe maybe maybe.)
"Yesterday, all my troubles seemed so far away."
Guilherme"














